O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, avisou que vai pedir a prisão das testemunhas convocadas que não marcarem, até domingo (26), uma data para prestar depoimento.
O aviso foi feito na sessão dessa quinta-feira (23), quando foi ouvido o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio de Oliveira Filho, e a esposa dele, Thaisa Hoffmann.
De acordo com os parlamentares, Virgílio teria autorizado o desconto ilegal em benefícios de aposentados e pensionistas. Já a esposa dele teria atuado como laranja, recebendo o dinheiro desviado em empresas de fachada.
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