O Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério Público e a Defensoria Pública, lançou, nesta quarta-feira (25) um protocolo para enfrentar a violência política contra as mulheres. O tema é ainda mais urgente nesse ano de eleição
Esse protocolo simplifica a denúncia porque cria um caminho claro a ser seguido pelas vítimas e define como o Estado deve agir em casos de violência política contra as mulheres. Além disso, estabelece medidas de proteção às vítimas e punição aos agressores.
Na prática, isso evita que os casos se percam por falta de encaminhamento, economiza tempo e reduz a burocracia. A mulher pode denunciar por vários canais, como o Ligue 180, delegacias, Ministério Público ou Justiça Eleitoral. Em qualquer desses caminhos, os órgãos passam a atuar de forma integrada, e a denúncia segue com prioridade. Se houver risco, podem ser adotadas medidas protetivas logo no início.
A violência política contra as mulheres. Ela não atinge apenas quem ocupa cargos eletivos, mas também mulheres em posições de liderança política. Isso inclui ameaças, ataques nas redes sociais, constrangimentos e tentativas de impedir a atuação na política.
O Ministério da Justiça lançou hoje um centro integrado chamado Mulher Segura, o CIMS. É uma estrutura nacional que reúne dados e facilita a troca de informações entre os órgãos de segurança pública e a rede de proteção.
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