Encontro reuniu servidores, diretores e secretários do Ministério do Esporte para discutir práticas de integridade, ética e governança pública
O Ministério do Esporte realizou, na manhã desta quarta-feira (10), a primeira edição do evento INTEGRIDADE MESP: Caminhos para uma gestão íntegra e preventiva. O encontro, realizado no Bloco A da Esplanada dos Ministérios, reuniu chefias, servidores e colaboradores terceirizados para um ciclo de palestras sobre ética, governança, transparência e prevenção de irregularidades.
O evento foi fruto da aprovação dos órgãos de governança e controle interno — Corregedoria, AECI, Ouvidoria e Comissão de Ética — com validação da Câmara Técnica de Integridade (CTI). A CTI é um órgão colegiado responsável por implementar e monitorar a Política de Integridade do Ministério do Esporte. Atua para fortalecer uma cultura de ética e transparência; aprimorar a prevenção de riscos; assegurar governança e conformidade; e reforçar a confiança pública nas ações do esporte.
Corregedor do Ministério do Esporte, Ricardo Carvalho Gomes, durante o evento
Mediação entre o MEsp e a população
A apresentação seguinte tratou do papel da Ouvidoria no tratamento das demandas e na mediação entre o Ministério e a sociedade. O ouvidor Aureliano Vogado Júnior ressaltou que a integridade envolve mais do que ética individual. “É um guarda-chuva que reúne ações preventivas e corretivas, mecanismos de controle e práticas que fortalecem a governança. Esses elementos permitem que o Ministério seja referência e ampliam a confiança do cidadão nas políticas públicas”, disse.
A Comissão de Ética explicou sua estrutura e competências e detalhou o trabalho do colegiado na orientação de condutas e na prevenção de conflitos e irregularidades. A presidenta da Comissão, Gizele Soares Brandão, apresentou as funções da instância ética no apoio às decisões e no fortalecimento da cultura institucional.
No último painel, a Corregedoria abordou liderança, conduta e disciplina, com foco na promoção de ambientes de trabalho saudáveis e alinhados ao interesse público. O corregedor destacou o papel das chefias e reforçou a importância de práticas que previnam irregularidades e consolidem padrões claros de atuação.




